Morte Coletiva
"As mortes coletivas acontecem por
fenômenos cármicos, decorrência natural da lei de causalidade. Aqueles
que coletivamente feriram, magoaram, agrediram, desrespeitaram, as leis
de uma ou de outra forma, encontram-se nas sucessivas jornadas da
reencarnação para coletivamente resgatarem os crimes perpetuados." Mas,
"o amor cobre multidão de débitos", ou seja, os que se dedicam ao Bem, à
caridade, ao amor ao próximo, podem mudar seu carma. "Aqueles que individualmente se acham renovados pelo
processo da renovação moral, aqueles que conseguiram romper as amarras
do grupo, pelo Bem que fizeram, naturalmente minimizaram as
conseqüências do Mal que realizaram, e muitas vezes são poupados, estão
excluídos do débito coletivo pelo Bem que individualmente fizeram.
Muitas vezes, num acidente aéreo, uma pessoa escapa; outro chega ao
balcão do aeroporto e acaba de perder o vôo. Mas aquele “perder” de um
vôo foi o “ganhar” da existência planetária; num acidente alguém
consegue sobreviver." Mas, não nos esqueçamos que, ninguém morre,
apenas voltam de onde vieram antes de nós. Oremos aos desencarnados e
aos seus familiares que ficaram. Deus não desampara ninguém. Estes
momentos devem servir de reflexão, de buscarmos o verdadeiro sentido da
vida que, para nós espíritas é EVOLUIR. Precisamos viver sem achar que
viveremos eternamente na Terra ou que nascemos para apenas "curtir" a
vida. Precisamos questionar: "O que Deus espera de nós?" O importante é
modificarmos "para melhor" nossas atitudes em relação a nós mesmos a ao
próximo, para amenizarmos nossos débitos do passado ou para não
contrairmos um no futuro. Afinal, não sabemos quais são nossos débitos
do passado e quando seremos chamados a resgatar ou prestar contas.

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